essa saiu hoje (quarta, 01 de fevereiro) a tarde. LIVRO, LIVRO, LIVRO!!!

Assim

 

E quando a energia que você sentia se esvai

Deixando somente a solidão?

Se parece com quando você vai embora

E não dá nem ao menos um tchau

Singularidades físicas e emocionais do amor...

 

Que nem sempre se traduz em dor

Que não precisa de ardor pra se sentir

Que acontece claro às escuras

Que insiste em brincar de sério

 

Difícil é viciar no teu cheiro e não mais te querer

Padecer no teu colo macio e não mais te querer

Sentir tua boca como que uma garoa fina,

Daquelas que tocam gostoso a pele, e não mais te querer...

Não poder te ter mais para todo o sempre

 

Como num acordar de um sonho bom

Como aquela brisa suave numa noite de verão

É com essa brevidade que não te sinto mais

Comigo, assim, pertencendo a nós.

 

AMOR

 

Poderia fazer como todos que mandam um feliz natal, com paz, saúde e tudo aquilo que nos é caro, mas acho que dá pra resumir tudo que precisamos em uma só palavra: AMOR!!!  Com amor você tem tudo, tem paz, saúde, prosperidade, esperança, torna tudo mais gostoso, uma espécie de sazon da vida! Então, nesse natal e ano novo, não se esqueça: AMOR NA VIDA, COM A VIDA, PELA VIDA!!!

 

OBS: esse produto, o AMOR infelizmente ainda não se vende nem nas melhores lojas nem nas padarias, nem em casas lotéricas. É de cultivar, não de comprar!!! No início pode parecer difícil, mas é contagiante, tente!

 

 

Chico Piancó Neto, 24/12/2005

Olha isso!!!

 

Não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras. Sinto que sou muito mais completo quando não entendo. Não entender, do modo como falo, é um dom. Não entender, mas não como um simples de espírito. O bom é ser inteligente e não entender. É uma benção estranha, como ter loucura sem ser doido. É um desinteresse manso, é uma doçura de burrice. Só que de vez em quando vem a inquietação: quero entender um pouco. Não demais: mas pelo menos entender que não entendo.

 

Clarice Lispector

Uma música que na época que foi lançada rompeu barreiras, de um líder revolucionário que atende pelo nome de Robert Nesta Marley:

 

                                                                   

Bob Marley - Redemption Song

Old pirates, yes, they rob I;
Sold I to the merchant ships,
Minutes after they took I
From the bottomless pit.
But my hand was made strong
By the 'and of the Almighty.
We forward in this generation
Triumphantly.
Won't you help to sing
These songs of freedom? -
'Cause all I ever have:
Redemption songs;
Redemption songs.

Emancipate yourselves from mental slavery;
None but ourselves can free our minds.
Have no fear for atomic energy,
'Cause none of them can stop the time.
How long shall they kill our prophets,
While we stand aside and look? Ooh!
Some say it's just a part of it:
We've got to fulfil de book.

Won't you help to sing
These songs of freedom? -
'Cause all I ever have:
Redemption songs;
Redemption songs;
Redemption songs.
---
[Guitar break]
---
Emancipate yourselves from mental slavery;
None but ourselves can free our mind.
Wo! Have no fear for atomic energy,
'Cause none of them-a can-a stop-a the time.
How long shall they kill our prophets,
While we stand aside and look?
Yes, some say it's just a part of it:
We've got to fulfil de book.
Won't you help to sing
Dese songs of freedom? -
'Cause all I ever had:
Redemption songs -
All I ever had:
Redemption songs:
These songs of freedom,
Songs of freedom.

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Segue a última que eu fiz... ainda com o coração meio assim...sei lá. Pra variar, logo após a poesia, uma tirinha dos malvados... Abraços a todos!

                                                                                              Quando?

  Quanto vale a vida?

Depois do primeiro beijo dado

Da última carícia trocada

Depois do amanhecer?

 

Não mais do que o suspiro

De uma pessoa realmente apaixonada

Pela vida, por você menina

Que insiste em brincar

De não me querer

 

Talvez por ter me exposto demais

Talvez por achar ser capaz

De te fazer minha

Egoísta por pensar assim

Que o que é meu poderia ser nosso

 

Agora fico pensando o que realmente seria

Se fossemos um, cúmplices no amor

Sem barreiras, medos ou entraves

Sem a ânsia de viver para o mundo

E sim para nós

 

E me brota uma esperança

De que teus olhos, apertados

Olhem com ternura de novo

Querendo-me, me desejando como antes

Enchendo-me o coração, iluminando a vida

Mas você insiste em não sentir...  

                                                                                (Chico Piancó, 09 de novembro)

 

 

Salve salve rapaziada!!! Depois de um tempo sem postar, aí segue uma poesia, que já data de mais de 1 ano de feita, mas segue para mim atualíssima!!! Abraços a todos e fé em Deus! 

PS: No final desse post vou tentar colocar mais um quadrinho dos malvados, que além de malvados, são incríveis!!!

 

Viver é Você

 

Teu Jeito ímpar me fascina

Tua riqueza de espírito, tua alma ainda límpida

Teu modo peculiar de encarar o mundo

E, sem ardor no coração, me perguntar: - Vês?

 

E eu, que estava de coração gelado até te conhecer

Voltei a acreditar na ingenuidade

Na simplicidade e no amor das emoções

Tua forma de encarar o mundo

Fechou minhas feridas provocadas pela vida

 

Me fez ser um ser menos egoísta

Mais sincero comigo mesmo

Percebi que nas pequenas coisas nos encontramos

E vi, pela primeira vez, que a vida faz sentido

 

Viver faz sentido

Por sua preciosidade, a vida faz sentido

Experiências únicas fazem da vida uma viagem

Única, sem escalas, interrupções ou retrocessos no tempo

Viagem esta que é compreendida em sua plenitude

Por aqueles realmente puros de coração

Como você, com esse sorriso cativante, uma poesia em movimento,

Uma ode em forma de mulher.

 

 

 

No meu perfil do orkut existem algumas palavras de Mário Quintana, as quais admiro muito... Achei bacana passar pra vocês... aí está!!!

                                      

                                                                       

Sobre o plebiscito que vamos encarar semana que vem, vai aí um texto meu publicado no site maceiobrasil... comentem aí galera!!!

 

Vote pra esquecer do mensalão

Votar pra quê se o bandido compra ak-47 na mão da polícia?


19/10/2005

Por: Chico Piancó



 Foto:
Uma pouca vergonha. Uma imoralidade, uma falta do que fazer. Com tantos problemas para se tentar resolver, num Brasil de tamanho continental como o nosso, as cabeças pensantes (mais se parecem com cabeças de dinossauro) do congresso acharam de bom-tom aprovar um estatuto que já começa errado, por desarmar quem absolutamente não tem nada a ver com a violência que assola o nosso país.

Como se já não bastasse, amarraram um item deste estatuto, a proibição do porte de armas aos cidadãos comuns, a um plebiscito que está gerando muita polêmica, antagonismos de ambas as partes, informações errôneas, e, o resultado, seja qual ele for, não ira mudar para melhor nossa situação, muito pelo contrário. Irá piorar a violência.

Em vez de ficarem se preocupando com meia dúzia de acidentes ocasionados por puro despreparo ou cuidado ao manejar ou guardar uma arma, deveriam preocupar-se com o crime organizado, com o tráfico de drogas e armas, com o poder paralelo em cidades como o Rio de Janeiro, onde o gatilho ilegal é a lei. A mesma polícia que sobe o morro para apreender drogas é a mesma que vende armas pros bandidos. Fica difícil pensar em desarmamento do chamado cidadão de bem numa situação como essa.

Estou consciente que o voto pelo Não tem um lobby fortíssimo das empresas que fabricam armas no Brasil (pode entender por essa frase o esquema da empresa gaúcha Taurus, estimado leitor, não tenho medo de dar nome aos bois), é certo, mas, por outro lado, o voto pelo sim possui um apoio maciço dos artistas da moda na televisão brasileira. É a luta do dinheiro versus imagem. O governo, iniciador dessa discussão, beneficia-se e muito com essa questão, onde o povo brasileiro deixa o mensalão um pouco de lado para preocupar-se com a lei do gatilho. Quero ver no que vai dá.

Uma coisa é certa: nesta batalha sem nexo quem ganha é a bandidagem, cada vez mais organizada, enquanto nós, cidadãos apáticos diante de tamanha marginalidade, permanecemos indefesos. Ora, desde sempre nos classificam como um povo bonzinho e cordial, não é o que pregam mundo afora? Engraçado como, de alguma forma, isso não faz sentido algum quando a realidade é estampada em nossa porta, de forma cruel.

No que eu vou votar? Não que meu voto vá causar alguma diferença, nem que o plebiscito vá ajudar em alguma coisa a situação caótica em que convivemos, mas vou votar não. É aquela clássica história de quando você é colocado de castigo pelo seu pai, privado de alguma coisa. Só que dessa vez nós não somos culpados pela situação, e não quero também que o justo pague pelo pecador...

Salve Salve rapaziada!!!

Depois de um tempinho sem blogar (quase 1 semana) cá estou de novo. O que rola agora é um artigo que escrevi para o site maceióbrasil, do meu amigo Leonardo Reis, do qual, honestamente, integro o plantel de colunistas. Escrevi semana passada esse artigo, mas engraçado como a veja dessa semana trata deste mesmo assunto, portanto aí vai :

 

MÍDIA

A natureza dá o seu recado

Fenomênos climáticos cada vez mais intensos dominam o clima mundial atual


05/10/2005

Por: Chico Piancó



 Foto:
Leio, da tela do meu computador, notícias, já não tão mais absurdas, de desastres naturais ao redor do mundo. Sempre aconteceram, e sempre vão acontecer. Não sei se por causa da rapidez com a qual a informação circula no mundo atualmente, mas me parece que a intensidade de tais catástrofes vem aumentando tanto quanto a freqüência das mesmas.

Reflexo óbvio do descaso com a nossa natureza. A revista veja da semana passada publicou uma análise sobre problemas que refletem hoje no o que anos e anos de poluição causaram ao nosso meio ambiente. Os sinais são evidentes. A conscientização não. Até hoje o poluidor número um do mundo (precisa falar que país é?) se recusa a assinar o protocolo de Kioto, onde consta o mínimo que devemos fazer afim de sobreviver nesta nave mãe cada vez mais insólita.

O argumento da besta fera, belzebu, ou, como muitos outros chamam, George W. Bush, é um só. A potência hegemônica não pode parar, a economia é volátil, e, portanto, uma redução nos níveis de poluição poderia levar a um desaquecimento universal do que se convencionou chamar de economia de mercado mundial. Ledo engano.

Quero ver o que ele vai falar quando ninguém mais estiver podendo tomar água, respirar, ou se proteger de um furacão ou Tsunami. Não existe dinheiro no mundo que compre a natureza, nem que a recupere, a não ser ela própria, em longos e graduais ciclos. Fico pensando se aquele filme, O dia depois do amanhã, onde uma imensa parte da população americana, após o que seria um início de uma mudança climática radical, é obrigada a migrar para o México, fosse verdade, como o governo americano realmente reagiria. Seria muito engraçado observar um vexame público mundial do país da arrogância, tendo de mendigar abrigos ao seu pobre vizinho latino.

Existe um ditado bem popular, que adoro citar. É aquele que diz assim: “Aqui se faz, aqui se paga”. Acontece com todo mundo. Se colocarmos a memória para funcionar, iremos achar situações em que essa frase se adequou perfeitamente em algum momento de nossas vidas. O meu medo maior é que, quando chegar à hora do pagamento, que o justo pague pelo pecador, e que, em conjunto, soframos as conseqüências adversas de tanto descaso. Espero que não. Mas receio que sim.

Esse aí escrevi ontem, enquanto estava na sala de aula olhando aluno fazer prova, e, para aproveitar o tempo, redigi essas linhas... se são mal-traçadas ou não, vocês que vão decidir... abraços a todos!!!

Acreditei

Acreditei, por um acaso, que você fosse minha
Que também fosse seu o sentimento
Que carrego aqui, dentro do peito.
Mera ilusão platônica, devaneios de um desastrado no amor.

Talvez por te querer demais
Talvez por pensar ser capaz
De te encher do meu amor
Torná-lo nosso

Mas a vida me provou o contrário
Que, por ela, não posso mais viver ao seu lado
Queria sonhar o que só meu coração me permite
E nunca mais acordar, mas a realidade insiste
Em se fazer presente, frustando meus desejos...

Chico Piancó Neto, 04/10/05

 

 

 

 

Malvados só pra não perder o costume:

 

Salve salve rapaziada,

Espero que o fim de semana tenha sido bacanas pra vocês como foi pra mim...serviu para por a cabeça no lugar, dentre outras coisas...

Segue abaixo uma reflexão sobre a vida, de forma breve, e, pra variar, uma tirinha dos malvados, que continuam impagáveis... Abraços a todos

 

Sobre a Vida

Engraçado como o que aprendemos nos dá a certeza de que nunca sabemos o bastante. Aprendi, por exemplo, que a vida nunca vai parar de nos mandar provações, coisas novas para administrar, num eterno aprendizado.

Não adianta se preocupar, ficar nervoso, se extressar. Deixe as coisas acontecerem como a maré, que sempre vem, só que de uma forma imprevisível, sempre.

Tente aproveitar e enriquecer sua vida com essas experiências edificantes, sejam elas de que natureza forem.

Note que o que você faz dessa vida é mais importante do que a vida em si. Qualquer ser pode chegar a ter vida, mas o que se faz dela é a chave para a plenitude.

Chico Piancó, 03/10/05

 

 

E aí rapaziada!!! O artigo da semana passada (Involução) no site maceiobrasil (www.maceiobrasil.com.br) me rendeu alguns preciosos comentários... Dentre eles meu amigo Linhares, de Brasília, me apresentou várias técnicas novas para " encorpar" meu texto... e me presenteou com um artigo com o mesmo enfoque do meu, só que numa abordagem diferente. Vou publicar, portanto meu artigo e logo após o dele. Ps: Não resisti e vou jogar também uma tira dos malvados, to completamente viciado neles (culpa de zema que me apresentou a eles). Essa foi a melhor que eu li deles até agora... Abraços a todos!!!

Involução

Se as coisas são feitas para serem usadas e as pessoas para serem amadas, porque amamos as coisas e usamos as pessoas?

 

 



 Foto:
Involução. Palavra pouco mencionada nesta época da instantaneidade. Tudo muito rápido, prático, sem erros. Não vivemos mais o nosso tempo, vivemos o tempo das máquinas, que construímos para nos ajudar a perecer. Estamos preocupados demais em tentar domar esta tecnologia alienante, ocupados demais para notar que, enquanto seres humanos, estamos morrendo.

Retrógrado, ultrapassado, careta. Prefiro ser achincalhado por esses adjetivos a deixar de crer que ainda temos coração, emoção, que ainda podemos mudar esta realidade impactante com a qual nos deparamos. A falta de consideração com nós mesmos nada mais é do que um reflexo claro da sociedade alienada, massacrada pelo consumo desenfreado, de informação com valor nenhum que experimentamos, em tempo real, on-line.

Sem querer ser apocalíptico, nem pessimista demais, creio que o mecanismo que criamos está agora girando contra nós. Não precisamos ser máquinas, não nascemos pra isso. Nascemos para experimentar, para ser, para viver, para chorar, sorrir, emocionar e ser emocionado na medida em que vivemos com intensidade. Não precisamos desta busca desenfreada pelo mais rápido, melhor, mais desenvolvido. Esta falsa evolução sinaliza o caso clássico da criatura que superou o criador.

Somos controlados hoje por algo maior que nós mesmos, algo que perdeu o rumo a muito tempo. Resta saber se ainda temos a chance de vencer, de sairmos vitoriosos neste mundo a beira do colapso que elaboramos de forma doentia, sem medidas. Esquecemos-nos que o mundo é feito por nós, e que não merecemos ser subjugados, maltratados por situações absolutamente desnecessárias, em um sistema que prima por valores necessariamente deploráveis e mesquinhos.

Não deveria, mas vou me desculpar por este artigo. Tenho pena de nós mesmos, tão fantásticos e pequenos ao mesmo tempo, tão emocionais e frios, numa ambigüidade sem fim. No dia que entendermos que a vida é única, rara e ímpar, apreenderemos a dar valor ao nosso ser, a todos, indiscriminadamente. Sem meias palavras, sem ofensas, sem câmeras para controlar, dispositivos para nos salvaguardar, ou manipulação disfarçada de opinião pública. É daqui pra pior, bem vindos a época do espetáculo sem alma, onde a imagem é tudo mas o conteúdo é desprezível. 
                      

Pessoal, coloquei a imagem tirada do site dos malvados, mas, por um lapso, não coloquei o referido crédito deles... então aí vão algumas imagens e propagandas deste site que é muito bacana mesmo... acessem... www.malvados.com.br abração!!!

Ontem (26/09/05) meu amigo Zema Ribeiro, blogueiro de primeira, aliás pessoal, http://olhodeboi.zip.net  me indicou ontem um site que eu rachei o bico de rir... então tá aí uma tirinha que eu surrupiei de lá, pra vocês verem um pouco o trabalho deles... o site é o www.malvados.com.br.... logo depois... uma poesia que escrevi semana passada, num domingo de Lua Cheia inesquecível... Abraços e obrigado a todos... conto com a participação de vocês!!!

 

 

LUA

 

 

 

E esta lua tão cheia,

Vermelha, encarnada,

Que se fez presente ao céu recentemente,

Se parece com meu coração,

Ao pensar em você?

Definitivamente, sim.

Quando lembro do amor

Que sinto por sua índole,

Meu coração parece explodir em palpitações,

Me sobe a garganta,

Querendo fugir em seu encontro.

 

Então me lembro da distância,

Do espaço físico que insiste

Em dilacerar emoções tão nobres

Outrora cultivadas.

 

E meu coração volta a ficar pequenino,

Batendo com sofreguidão,

Esperando tua presença,

Longíqua,

Chegar no meu horizonte,

Para acalentar alma,

Antes nossa,

Mas agora,

Infelizmente,

Só minha.

 

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